ESP Seat Altea 2009 Manual do proprietário (in Portuguese)Â
[x] Cancel search | Manufacturer: SEAT, Model Year: 2009, Model line: Altea, Model: Seat Altea 2009Pages: 316, PDF Size: 8.27 MB
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Jantes e pneus247
Dispositivos de segurança
Instruções de Utilização
Conselhos práticos
Dados Técnicos
Duração dos pneus
A duração dos pneus depende da pressão dos pneus, do
estilo da condução e da sua montagem correcta.
Indicadores de desgaste
No fundo do perfil dos pneus originais estão colocados transversalmente em
relação ao sentido da marcha «indicadores de desgaste» com 1,6 mm de
altura ⇒fig. 166. Estes indicadores, entre 6 e 8 conforme a marca, estão
distribuÃdos a intervalos regulares, por todo o perÃmetro. A sua posição é
indicada por umas marcas nos flancos dos pneus (p. ex. as letras «TWI» ou
sÃmbolos). Se o perfil é de 1,6 mm, medido desde o fundo das estrias exis-
tentes ao lado dos indicadores de desgaste, terá sido atingido o limite de
profundidade mÃnimo permitido. Os pneus têm nesse caso de ser substitu-
Ãdos. Noutros paÃses poderão vigorar valores diferentes ⇒.
Pressão dos pneus
Se a pressão dos pneus for incorrecta, pode ocorrer um desgaste excessivo
ou mesmo o rebentamento dos pneus. Por isso, é conveniente verificar a
pressão pelo menos uma vez por mês ⇒página 245.
Modo de condução
A condução rápida em curva, as acelerações e travagens bruscas, aumentam
o desgaste dos pneus.
Troca de rodas
Quando houver um maior desgaste visÃvel dos pneus da frente, recomenda-
se uma troca dos pneus de trás com os da frente, conforme indicado no
esquema ⇒fig. 167 . Deste modo os pneus atingem aproximadamente a
mesma duração.
Calibragem das rodas
As rodas de um veÃculo novo estão calibradas. Porém, devido a diversas
circunstâncias durante a condução, pode ser originado um desequilÃbrio,
que se manifesta através de vibrações na direcção.
Como o desequilÃbrio implica também um maior desgaste da direcção, da
suspensão e dos pneus, deve-se mandar proceder a uma nova calibragem
das rodas. Além disso, depois de montar um pneu novo, também é conveni-
ente calibrar a respectiva roda.
Fig. 166 Indicadores de
desgaste no perfil do
pneuFig. 167 Esquema de
troca dos pneus
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Jantes e pneus
248Desalinhamento das rodas
O desalinhamento das rodas provoca não só um maior desgaste dos pneus,
como reduz também a segurança de condução. Em caso de desgaste consi-
derável, dirija-se a um Serviço Técnico para verificar o alinhamento das
rodas.
ATENÇÃO!
Em caso de rebentamento de um pneu em andamento, existe perigo de
acidente!•
Os pneus devem ser substituÃdos, o mais tardar, quando os indicadores
de desgaste estiverem gastos. Caso contrário, existe o perigo de acidente.
A alta velocidade num piso húmido, os pneus gastos diminuem a
aderência. Além disso, o veÃculo entra mais facilmente em «hidropla-
nagem» (aquaplaning).
•
Em alta velocidade, os pneus com pressão insuficiente são submetidos
a um maior trabalho de flexão. Devido a isso aquecem excessivamente.
Isso pode provocar o desprendimento da banda de rodagem ou até mesmo
o rebentamento do pneu – perigo de acidente! Mantenha sempre os valores
da pressão recomendados.
•
No caso de um considerável desgaste dos pneus, dirija-se a um Serviço
Técnico para alinhar a direcção.
•
Evite que os pneus entrem em contacto com produtos quÃmicos, tais
como óleo, combustÃvel ou lÃquido dos travões.
•
Mande substituir imediatamente as jantes ou pneus defeituosos!Nota sobre o impacte ambiental
Uma pressão dos pneus insuficiente faz aumentar o consumo de
combustÃvel.
Pneus anti-furos
Os pneus anti-furos permitem continuar o percurso inclusive
com um pneu furado na maioria dos casos.Nos veÃculos equipados de fábrica com pneus anti-furos
22)
é indi-
cada a perda de pressão dum pneu no painel de instrumentos.
Condução com pneus antifuros (funcionamento de emergência)
– Deixar ligado o ESP/TCS (programa electrónico de estabilidade), ou então, ligá-lo ⇒página 194.
– Continuar a viagem com precaução e a pouca velocidade (80 km/h como máximo).
– Evite manobras e movimentos bruscos repentinos.
– Evite circular por cima de obstáculos (por exemplo, passeios) ou descontinuidades.
– Prestar atenção se, o ESP/TCS intervem com frequência, se há fume nos pneus, olor a borracha ou se o veÃculo vibra ou há
ruÃdos. No caso destas circunstâncias, parar o veÃculo.
Os pneus anti-furos levam uma identificação no flanco do pneu de acordo
com a denominação: «DSST», «Eufonia», «RFT», «ROF», «RSC», «SSR» ou
«ZP».
Os flancos deste tipo de pneus estão reforçados. Quando os pneus perdem
o ar se mantêm sobre os flancos (funcionamento de emergência).22)De acorodo com a versão e paÃs.
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Jantes e pneus249
Dispositivos de segurança
Instruções de Utilização
Conselhos práticos
Dados Técnicos
No painel de instrumentos avisa-se da perda de pressão pneumática. Poderá
circular ainda 80 km e se as circunstâncias forem favoráveis (por exemplo,
pouca carga), até mais.
O pneu avariado deverá ser substituÃdo o quanto antes. A jante deverá ser
revisada numa oficina especializado para detectar possÃveis danos e será
substituÃda se for necessário. Recomendamos que entre em contacto com o
seu Serviço Técnico. Caso exista mais de um pneu no modo emergência, é
reduzida a distância que se pode percorrer nestas circunstâncias.
InÃcio do funcionamento de emergência
No momento de advertência da perda de pressão dos pneus no painel de
instrumentos, pelo menos um dos pneus está a rodar em funcionamento de
emergência
⇒.
Fim do funcionamento de emergência
Não prosseguir a viagem se:
•
há fume em um pneu,
•
percebe cheiro de borracha,
•
o veÃculo vibra,
•
ouve tinidos.
Quando deixa de ser possÃvel prosseguir a viagem, mesmo com pneus anti-
furos?
•
Quando o pneu está gravemente danificado devido p. ex. a um acidente.
Em caso de danos no pneu existe o perigo de se desprenderem partes da
banda de rodagem, podendo a rotação da roda provocar danos no bocal de
alimentação do depósito e nas tubagens do combustÃvel e dos travões.
•
Além disso, não se deverá prosseguir a viagem, se se registarem fortes
vibrações ou se começarem a sair fumos da roda, devido a um aquecimento
excessivo.
ATENÇÃO!
Durante o funcionamento de emergência as propriedades de circulação do
veÃculo pioram consideravelmente.•
A velocidade máxima de 80 km/h só é válida se se tiverem em atenção
as condições climatéricas e do piso. Tenha em atenção as respectivas
disposições legais.
•
Evite movimentos bruscos com o volante e manobras repentinas, trave
com antecedência.
•
Evite circular por cima de obstáculos (por exemplo, passeios) ou
descontinuidades.
•
Qu a n do u m ou ma is p n eus estã o n o m odo e me rg ên cia p iora m a s p ro pr i-
edades de funcionamento e há risco de acidentes.Nota
•
Os pneus anti-furos não «desinflam» ao perder pressão porque se
apoiam sobre as laterais reforçadas. Assim, não podem ser detectados
defeitos no pneu quando realizada uma comprovação visual.
•
Não monte correntes nos pneus dianteiros que estejam em funciona-
mento de emergência.
Pneus e jantes novos
Os pneus e jantes novos têm de ser submetidos a uma
rodagem.Os pneus e as jantes são elementos de construção muito importantes. Os
pneus e as jantes homologados pela SEAT foram projectados para o modelo
do veÃculo em questão, contribuindo, assim, determinantemente para uma
boa estabilidade em estrada e para um comportamento seguro ⇒ .
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Jantes e pneus
250Evite, se possÃvel, a substituição individual dos pneus, procurando substi-
tuir, pelo menos, os pneus do mesmo eixo. Para seleccionar um pneu
adequado é importante conhecer os dados do mesmo. Os pneus radiais
apresentam nos flancos, dados sobre o tipo de pneu, como p.ex.:
195/65 R15 91T
Esta referência tem o seguinte significado:
195 Largura do pneu em mm
65 Relação entre altura e largura em %
R Sigla identificadora de R adial
15 Diâmetro da jante em polegadas
91 Capacidade de carga
T Sigla indicadora de velocidade
Poderão também, figurar nos pneus as seguintes informações:•
uma marca do sentido da rodagem
•
«Reinforced» para pneus em versão reforçada.
A data de fabrico está também indicada no flanco do pneu (eventualmente só
no lado interior da roda).
«DOT... 1103...» significa, por exemplo, que o pneu foi produzido na 11ª
semana do ano 2003.
Recomendamos-lhe que confie todos os trabalhos a realizar nos pneus e nas
jantes a um Serviço Técnico. Os concessionários dispõem das ferramentas
especiais e das peças necessárias, possuem os conhecimentos técnicos
necessários e estão ainda aptos a proceder à eliminação dos pneus velhos
como resÃduo.
Os Serviços Técnicos estão informados sobre as possibilidades técnicas rela-
cionadas com uma mudança de pneus, jantes e tampões e sua montagem
posterior.
ATENÇÃO!
•
Recomendamos que utilize exclusivamente pneus ou jantes homolo-
gados pela SEAT para o modelo do seu veÃculo. De outro modo, pode ser
prejudicada a segurança de circulação – perigo de acidente!
•
Os pneus com mais de seis anos só deverão ser utilizados em caso de
emergência e se forem tomadas as devidas precauções na condução.
•
Não utilize pneus usados sobre os quais não conheça as «circunstân-
cias de utilização anteriores».
•
Se montar posteriormente tampões, assegure-se que garantem uma
passagem de ar suficiente para a refrigeração do sistema de travagem.
•
Utilize sempre nas 4 rodas pneus radiais do mesmo tipo, dimensão
(perÃmetro de rodagem) e perfil.Nota sobre o impacte ambiental
Os pneus velhos devem ser eliminados como resÃduo de acordo com as
normas vigentes.
Nota
•
Por razões de ordem técnica não se podem utilizar as jantes de outros
veÃculos. Em certos casos esta restrição aplica-se inclusivamente à s jantes
de veÃculos do mesmo modelo. Se forem utilizados pneus e jantes não apro-
vados pela SEAT para o modelo do seu veÃculo, a licença de circulação do
veÃculo poderá perder a sua validade.
•
Se a roda suplente for diferente das que estão montadas (p. ex. no caso
dos pneus de Inverno), só pode ser utilizada por pouco tempo, caso ocorra
um problema, e adoptando uma condução cautelosa. Terá de ser substituÃda,
o mais rapidamente possÃvel, pela roda normal.
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Jantes e pneus251
Dispositivos de segurança
Instruções de Utilização
Conselhos práticos
Dados Técnicos
Parafusos das rodas
Os parafusos das rodas têm de ser apertados no binário
correcto.As jantes e os parafusos das rodas estão perfeitamente ajustados entre si.
Para cada troca de jantes devem ser utilizados parafusos das rodas corres-
pondentes, com o comprimento e largura adequados. Deles depende a
correcta fixação das rodas e o funcionamento do sistema de travagem.
Não podem ser utilizados, em certos casos, os parafusos de outro veÃculo,
mesmo que seja do mesmo modelo ⇒página 221.
Após a substituição de uma roda, verificar logo que possÃvel, o binário de
aperto dos parafusos com uma chave dinamométrica ⇒. O binário de
aperto nas jantes de aço e de liga leve é de 120 Nm.
ATENÇÃO!
A montagem incorrecta dos parafusos da roda pode dar lugar a que esta se
desprenda durante a marcha – perigo de acidente!•
Os parafusos das rodas têm de estar limpos e têm de se conseguir
enroscar com facilidade. Em circunstância alguma devem ser oleados ou
lubrificados.
•
Utilize exclusivamente os parafusos que pertencem à respectiva jante.
•
Se os parafusos das rodas forem apertados a um binário insuficiente,
as jantes poderão soltar-se em andamento – perigo de acidente! Ao
contrário, um binário de aperto excessivo pode provocar danos nos para-
fusos ou nas roscas.Cuidado!
O binário de aperto prescrito para os parafusos das jantes de aço e de liga
leve é de 120 Nm.
Pneus de Inverno
Os pneus de Inverno melhoram o comportamento do veÃculo
sobre a neve e o gelo.Com a montagem de pneus de Inverno, o comportamento em estrada do
veÃculo melhora notavelmente, nesta estação do ano. Devido à sua cons-
trução (largura, mistura de borracha, configuração do perfil) os pneus de
Verão têm menor aderência sobre o gelo e a neve.
A pressão os pneus de Inverno terá de ser 0,2 bar superior à dos pneus de
Verão (ver o autocolante na tampa do depósito de combustÃvel).
Equipe as quatro rodas com pneus de Inverno.
As medidas dos pneus de Inverno homologadas constam da documentação
do veÃculo. Utilize apenas pneus de Inverno radiais. Todas os pneus referidos
na documentação do veÃculo podem ser utilizados como pneus de Inverno.
Os pneus de Inverno perdem grande parte das suas qualidades quando o
perfil se reduziu a uma profundidade de 4 mm.
Em função da sigla de velocidade ⇒página 249, «Pneus e jantes novos»,
são indicados em seguida os limites de velocidade em vigor para os pneus
de Inverno: ⇒
Q máx. 160 km/h
S máx. 180 km/h
T máx. 190 km/h
H máx. 210 km/h
Em alguns paÃses, os veÃculos que podem ultrapassar a velocidade máxima
estabelecida para os pneus de Inverno, têm que ter o respectivo autocolante
à vista do condutor. Estes autocolantes podem ser adquiridos no Serviço
Técnico. Respeitar as determinações legais de cada paÃs.
Não deixar os pneus de Inverno montados mais tempo do que o necessário,
pois, numa estrada sem neve e sem gelo, os pneus de Verão têm um compor-
tamento melhor.
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Jantes e pneus
252No caso de avaria de um pneu, tenha em conta as instruções relativas à roda
suplente ⇒página 249, «Pneus e jantes novos».
ATENÇÃO!
Não se deve ultrapassar a velocidade máxima autorizada para os pneus de
Inverno. Caso contrário, os pneus ficariam danificados, com o consequente
risco de acidente.
Nota sobre o impacte ambiental
Volte a montar os pneus de Verão o mais depressa possÃvel. Desta forma
fazem menos ruÃdo ao rodar, o desgaste é menor e consome menos
combustÃvel.Correntes para a neveA montagem das correntes para a neve só é permitida nas rodas dianteiras e
apenas para pneus 195/65R15 e 205/55R16. Para estes pneus só se
deverão usar correntes de elos finos que não sobressaiam mais de 15 mm
⇒página 286.
Nos restantes pneus podem usar-se correntes de elos finos que não sobres-
saiam mais de 9 mm (incluindo o fecho da corrente).
Quando se utilizam correntes para a neve, devem ser removidos os tampões
e aros decorativos das jantes. Por razões de segurança, os parafusos das
rodas devem ser, nesse caso, tapados com protectores, que podem ser
adquiridos em qualquer Serviço Técnico.
ATENÇÃO!
As correntes de neve deverão ser tensionadas correctamente, de acordo
com as instruções do fabricante das mesmas. Desta forma evitam-se
contactos entre as correntes e a cava das rodas.
Cuidado!
Desmonte as correntes nos trajectos sem neve. Em tais casos, as correntes
pioram o comportamento do veÃculo, danificam os pneus e sofrem uma
rápida deterioração.
Nota
•
Em alguns paÃses, a velocidade máxima autorizada com correntes é de 50
km/h. Respeitar as disposições legais de cada paÃs.
•
Recomendamos informar-se num Serviço Técnico sobre as medidas das
jantes, pneus e correntes para a neve.
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Situações diversas
254Pneu suplente de tamanho reduzido (pneu de emergência)*
A roda sobressalente de tamanho reduzido (roda de emer-
gência para veÃculos que não vão equipados com o kit de
reparação de furos) só deve ser utilizado o tempo indispen-
sável.A roda de emergência encontra-se no porta-bagagens, debaixo do piso de
carga e está fixa através de uma roda.
Utilização da roda de emergência
A roda de emergência foi concebida para permitir que, numa emergência, se
chegue à oficina mais próxima. Por isso, dever-se-á substituÃ-la, assim que
for possÃvel, por uma roda normal.
A utilização da roda de emergência está sujeita a algumas restrições. A roda
de emergência foi concebida especialmente para o seu veÃculo, não devendo
ser trocada pela roda de emergência de outro veÃculo.
Na jante de uma roda de emergência não podem ser montados pneus
normais nem pneus de Inverno. Correntes para a neve
Por razões de ordem técnica,
não é permitida a utilização de correntes para
a neve numa roda de emergência.
Se tiver de circular com correntes para a neve e furar um pneu da frente,
coloque o pneu de emergência no lugar de um dos pneus traseiros. Montar
depois a corrente para a neve na roda que retirou atrás e passá-la para o lugar
da roda da frente avariada.
ATENÇÃO!
•
Após uma montagem da roda de emergência, verificar a pressão dos
pneus logo que possÃvel. A pressão de ar do pneu de emergência com
dimensões 125/70R16, 125/70R18 e 135/90R16 deve ser de 4,2 bares e
para as restantes medidas de pneus, consultar a etiqueta situada na tampa
do depósito de combustÃvel. Caso contrário, existe o perigo de acidente.
•
Não conduza a mais de 80 km/h uma vez que existe o perigo de
acidente
•
Evite as acelerações a fundo, as travagens bruscas e as curvas a alta
velocidade - perigo de acidente!
•
Nunca monte simultaneamente mais do que uma roda de emergência -
perigo de acidente!
•
Na jante de uma roda de emergência não podem ser montados pneus
normais nem pneus de Inverno.
Fig. 168 Porta-baga-
gens. Acesso à roda
sobressalente
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Situações diversas255
Dispositivos de segurança
Instruções de Utilização
Conselhos práticos
Dados Técnicos
Kit para reparação de pneus*
O kit de reparação de pneus (para veÃculos que não tenham
roda de emergência) encontra-se por baixo do piso de carga,
no porta-bagagens.Para a eventualidade de um furo num pneu, o seu veÃculo está equipado com
o Tire Mobility System «Kit de reparação de pneus»
O kit de reparação de pneus é composto por um produto vedante de pneus
para vedar os furos nos pneus e um compressor para produzir a necessária
pressão dos pneus. Com este sistema é possÃvel vedar de uma forma fiável
furos com um diâmetro até 4 mm, provocados por um corpo estranho no
pneu.
Nota
•
Recorra a um técnico especializado, se não for possÃvel reparar o pneu
com vedante.
Trocar uma rodaTrabalhos preliminares
Antes de proceder à substituição de uma roda, é necessário
realizar alguns trabalhos preliminares.– Em caso de avaria numa roda, estacione o veÃculo num lugar seguro, o mais afastado possÃvel, do fluxo de trânsito. Dever-se
escolher um local plano. – Deixe sair todos os ocupantes do veÃculo. Deverão colocar-se
fora da zona de perigo (p. ex. atrás de uma barreira de
protecção).
– Desligar o motor e ligar as luzes de emergência.
– Puxe firmemente o travão de mão .
– Engrenar a primeira velocidade , ou colocar a alavanca selectora
na posição P nos veÃculos com caixa automática.
– Caso leve reboque, separe-o do veÃculo.
– Retire as ferramentas do veÃculo e a roda suplente do porta-
bagagens.
ATENÇÃO!
Ligue os indicadores de emergência e coloque o triângulo de emergência.
Esta medida protege-o a si e aos passageiros de outros veÃculos.
Cuidado!
Se a roda tiver de ser mudada num plano inclinado, colocar um calço na roda
oposta, utilizando uma pedra ou outro objecto apropriado, para evitar que o
veÃculo entre em movimento.
Nota
Ter em atenção as respectivas disposições legais.
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Situações diversas
256Troca r a rodaA substituição da roda consiste dos seguintes passos
–Extrair o tampão do cubo da roda. Consultar também ⇒fig. 169.
–Aliviar os parafusos da roda .
– Levante o veÃculo no respectivo local.
– Desmonte a roda ou monte-a.
– Baixe o veÃculo.
– Utilize a chave de rodas para apertar os parafusos.
– Voltar a montar a tampão do cubo.Trabalhos posteriores
Após a substituição da roda, são ainda necessários alguns
trabalhos.– Arrume as ferramentas no respectivo lugar.
– Guarde a roda substituÃda no porta-bagagens e fixe-a bem no
seu alojamento.
– Controle a pressão do pneu da roda montada, assim que for possÃvel.
– Verifique o binário de aperto dos parafusos das rodas com uma chave dinamométrica, logo que possÃvel. O valor deve ser de 120
Nm. Nota
•
Se durante a substituição da roda verificou que os parafusos estão
oxidados ou calcinados, estes terão de ser substituÃdos antes de se verificar
o binário de aperto.
•
Enquanto não for verificado o binário de aperto, deve-se optar, como
medida de precaução, por uma velocidade moderada.
Tampões das rodas
Os tampões das rodas têm de ser removidos para permitir o
acesso aos parafusos das rodas.Desmontar
–Introduzir o gancho de extracção das ferramentas no respectivo
orifÃcio, que se encontra num dos tampões de parafuso do tapa-
cubos ⇒fig. 169 .
Fig. 169 Trocar a roda:
retirar os tampões das
rodas
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Situações diversas
258
– Para desapertar e apertar os parafusos anti-roubo das rodas é necessário o respectivo adaptador.
ATENÇÃO!
Alivie apenas um pouco os parafusos das rodas (cerca de uma volta), antes
de levantar o veÃculo com o macaco. Caso contrário, existe o perigo de
acidente.
Nota
•
Não utilizar o sextavado interior no punho da chave de parafusos para
aliviar ou apertar os parafusos das rodas.
•
Se um parafuso da roda estiver calcinado, poderá carregar com cuidado
com o pé na extremidade da chave de rodas. Para manter o equilÃbrio,
segure-se ao veÃculo.
Levantar o veÃculo
Para poder desmontar as rodas, é necessário levantar o
veÃculo utilizando o macaco.
Fig. 171 Pontos de
recepção do macacoFig. 172 Colocação do
macaco
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